BOLETIM 1332 - “O túmulo não foi o fim!”
- Claayton Nantes

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Nº 1332 – ANO XXVI – 04 a 10 de abril de 2026

Explicitamente, pelo menos três vezes Jesus tinha anunciado que iria morrer e ressuscitaria ao terceiro dia, mas os discípulos não entenderam, ou não acreditaram. Aliás, os inimigos, “os príncipes dos sacerdotes e fariseus que foram pedir a Pôncio Pilatos, o governador romano, para reforçar a segurança do túmulo de Jesus, preocupados que os discípulos de Jesus roubassem o Seu Corpo.
“Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia”. Mateus 16:21 passagem correlata de Lucas 9:22
“Ora, achando-se eles na Galileia, disse-lhes Jesus: O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão, e, ao terceiro dia, ressuscitará. E eles se entristeceram muito”. Mateus 17:22-23, passagem correlata de Marcos 9:31
“E, subindo Jesus a Jerusalém, chamou à parte os seus doze discípulos e, no caminho, disse-lhes: Eis que vamos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas, e condená-lo-ão à morte. E o entregarão aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará”. Mateus 20:17-19 passagem correlata de Lucas 18:31-34.
Os príncipes dos sacerdotes e os fariseus que lembraram desses ensinamentos de Jesus:
“E, no dia seguinte, que é o dia depois da Preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos, dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias, ressuscitarei. Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia; não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e assim o último erro será pior do que o primeiro. E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes. E, indo eles, seguraram o sepulcro com a guarda, selando a pedra”. Mateus 27:62-66
Era necessário, o nosso Redentor passar pela morte, sepultamento, mas o túmulo não foi o Seu fim.
A cova, a tumba não era Seu destino, apenas fazia parte do processo, pois ao terceiro dia, tudo mudou. Ao terceiro dia, nosso Redentor, venceu a morte e RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS.
“E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: TRAGADA FOI A MORTE NA VITÓRIA”. 1 Coríntios 15:54.
Esse foi o milagre da tumba, onde o Corpo mortal se revestiu da imortalidade, tornando a morte inofensiva.
A morte não tem mais a última palavra, ela foi consumida pela vitória de Cristo.
Porque Jesus ressuscitou, podemos ter esperança, “porque Ele vive, podemos crer no amanhã”.
Paulo continua sua reflexão questionando: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo”. 1 Coríntios 15:55-57.
A Páscoa revela que Jesus não era apenas um Galileu, nem muito menos um nazareno, ou apenas um profeta, a Páscoa nos revela que Ele é o Verbo que Se fez carne e habitou entre nós. Ele é o Maravilhoso Conselheiro, o Deus Forte, o Pai da Eternidade, o Príncipe de Paz. Ele é o Messias, Ele é mais, bem mais, que um humano. Ele é o Desejado das nações, o Prometido de Deus, que venceu a morte e ressuscitou para nos dar vida e vida com abundância.
Por isso, que nunca podemos deixar de Celebrar a Festa mais importante do cristianismo: A PÁSCOA, que no Antigo Testamento era apenas sombra, quando, pela morte do Cordeiro no arraial dos hebreus, houve livramento e libertação da escravidão, e no arraial dos egípcios houve a morte do primogênito.
Jesus é tanto o PRIMOGÊNITO DE DEUS, como o CORDEIRO DE DEUS, o substituto, O que tira o pecado do mundo, por isso Ele é O Cristo, o Filho do Deus Vivo, o Salvador, o Redentor, o Remidor e Senhor, por isso, Ele é a nossa Páscoa.
Claayton Nantes




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