BOLETIM 1336 - 7 Cartas às Igrejas do Apocalipse
- Claayton Nantes

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Nº 1336 – ANO XXVI – 02 a 08 de maio de 2026

Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. (Atos 17:24).
Diante do sacrifício de Cristo Jesus na Cruz do Calvário, o Espírito Santo de Deus agora passou a habitar dentro dos nossos corações, por isso, somos Templo do Espírito Santo.
Mas, um grupo que se reúne para adorar, cultuar ao Único Deus Soberano e Verdadeiro é chamado de Igreja – Eclésia.
Em meados do ano 100, quando o apóstolo João, segundo a tradição, após ter sido jogado num tacho de óleo fervente e sobrevivido, foi exilado na Ilha de Patmos, na qual, ele tem as revelações que nomearam de Apocalipse, e entre essas revelações, ele recebe a revelação da Mensagem de Jesus a cada uma das 7 Igrejas da Ásia.
O fascinante é que na época, as 7 Igrejas eram físicas, literais; mas no decorrer dos tempos, chegamos à conclusão, que estas 7 cartas, são mensagens não só para aquelas Igrejas que existiam na época, como também, para a “história da Igreja”, pois no decorrer da História, essas Igrejas também definiram “um período”, mostrando justamente a realidade da Igreja de Cristo naquele período da História, porém, também chegamos à conclusão que, as 7 cartas, são 7 perfis comportamentais que existem dentro de cada templo, denominação ou mesmo grupo religioso. Onde cada carta traz consigo, um alerta, crítica, advertência, repreensão ou elogio de Jesus para cada um dos 7 tipos.
O livro de Apocalipse é o cenário histórico não só daquela época, mas também das coisas que estão por vir; poderíamos resumir dizendo:
· 1. Éfeso (A igreja que perdeu o primeiro amor): Elogiada pelo trabalho árduo e doutrina, mas criticada por abandonar o amor inicial por Cristo. Chamada a se arrepender.
· 2. Esmirna (A igreja perseguida): Não recebe críticas. Jesus encoraja a fidelidade até a morte em meio à perseguição e pobreza, prometendo a "coroa da vida".
· 3. Pérgamo (A igreja tolerante): Elogiada por manter a fé, mas repreendida por tolerar falsos ensinamentos (doutrina de Balaão/nicolaítas) e comprometer-se com o mundo.
· 4. Tiatira (A igreja corrompida): Elogiada pelo amor e serviço, mas severamente criticada por tolerar a imoralidade e a falsa profetisa "Jezabel".
· 5. Sardes (A igreja morta): Repreendida por ter fama de viva, mas estar espiritualmente morta. Chamada a despertar e fortalecer o que resta.
· 6. Filadélfia (A igreja fiel): Elogiada por sua perseverança e obediência, apesar de pouca força. Prometida proteção contra a tribulação.
· 7. Laodiceia (A igreja morna): A única sem elogios. Criticada por ser "morna" (nem fria nem quente), autossuficiente e orgulhosa. Jesus convida ao arrependimento, estando à porta.
Este ano, embora seja o Ano Apostólico de Paulo, onde estamos estudando sua vida, ministério e cada uma de suas cartas, teremos o privilégio também de ir visitar as 7 Igrejas do Apocalipse, onde, todas hoje estão na atual Turquia, e além disso estaremos visitando algumas cidades em que Paulo pregou o Evangelho, abriu igreja, ou escreveu uma carta, será um tempo sem igual.
Mas nesta semana estaremos mergulhando na revelação do Apocalipse, estudando as 7 Igrejas e o contexto histórico cultural de cada uma dessas cidades em nosso Curso Livre de Teologia, não perca, participe você também! Sabemos que a Palavra de Deus por si só se explica, mas quando paramos para meditar, explorar um trecho bíblico, extraímos inúmeros tesouros, revelações e profecias cumpridas ou que ainda estão para se cumprir, e é isso que pretendemos nesta semana de aula, pois a cada dia que passa vemos o quanto está se aproximando o grande dia!
Claayton Nantes




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