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BOLETIM 1125 - O Cordeiro na cruz

Nº 1125 – ANO XXII – 16 a 22 de abril de 2022


Todo Antigo Testamento foi sombra do plano de Deus para nosso resgate.

A primeira páscoa marcou a saída do povo de Deus do Egito, através da morte de um cordeiro imaculado, e o sangue deste era passado nos umbrais e na verga da porta da casa dos hebreus, e quando o anjo da morte passou sobre o Egito, na casa em que tinha o sinal, o sangue nos umbrais o anjo passava por cima; pulava esta casa.

Para chegarem a Canaã, tinham que atravessar pelo deserto. Deserto é local de desintoxicação para chegar à Terra Prometida. O deserto é o esvaziamento, é a descontaminação; é necessário um período de esvaziamento, um período de jejum, para retirar tudo o que o ‘Egito’ (o mundo) colocou dentro de nós. Esse é o maior propósito de jejum e do isolamento.

Deserto é para tirar de nós o que desagrada a Deus, arrancar os maus hábitos, e ficar sensível a ouvir a voz do Criador.

Infelizmente quando o povo hebreu atravessou o deserto murmurou, praguejou e declararam ter fastio do maná que Deus cuidadosamente enviada todos os dias como provisão diária.

Por causa da murmuração, Deus mandou serpentes que invadiram o deserto, e estas começaram a morder o povo, e muitos morreram, até que, como resposta ao clamor de Moisés, Deus o instrui a fazer uma serpente de bronze, e levantá-la numa haste, e todo aquele que fosse mordido, tinha que olhar para a serpente de bronze.

Quando Jesus vem, Ele revela esse enigma e desvenda o mistério: “E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:14-15.

Temos que olhar para a cruz, assim como Jesus disse à Marta e Maria: “Eu Sou a ressurreição e a vida! O amor de Deus foi revelado numa cruz.

A celebração da páscoa, faz alusão histórica e profética ao episódio da libertação do povo hebreu do Egito, mas profética apontando para o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, o qual foi revelado por João Batista, quando estava no Jordão, e olhando para Jesus vindo, teve essa revelação do Pai.

A páscoa, aponta para a morte e ressurreição de Jesus.

A cruz do calvário é o ponto central da vida e do ministério do Senhor Jesus, é o momento mais elevado da vida e do ministério do Senhor Jesus.

A cruz do Calvário é o lugar onde a videira verdadeira se fez raiz de terra seca.

A cruz do Calvário é o lugar onde o Leão se fez Cordeiro.

A cruz do Calvário é o lugar onde o Deus Eterno se revelou ao homem na Sua inteireza.

A cruz do Calvário é o lugar onde o Santo se fez pecador.

A cruz do Calvário é o lugar onde o Rei se fez réu, o inocente se fez culpado, para, por meio da Sua morte nos dar vida àqueles que estavam mortos para sempre.

Não devemos pensar na cruz de Cristo apenas no ponto de vista dramático, e muito menos do ponto de vista do cinema ou do teatro, porque a crucificação foi real, e a crucificação é a maior prova do amor de Deus para conosco.

1º - a morte de Jesus trouxe a revelação dos nossos pecados.

2º - a crucificação é o lugar onde o nosso pecado é confrontado, onde a nossa natureza pecaminosa é revelada.

Não há maior prova de amor do que o calvário, a morte de Jesus revela o amor de Deus por nós.

Nós éramos escravos do pecado, e não poderíamos ser redimidos se Ele não pagásse esse resgate, e o princípio de Deus e a lei de Moisés estabelecia que só sangue inocente poderia pagar o resgate de um culpado. É por isso que Deus não enviou nenhum profeta para o calvário, não enviou patriarcas para o calvário, Ele envia o Seu próprio Filho, que jamais pecou, para vir, e para sofrer e para pagar o preço do nosso pecado.

Jesus quando está celebrando a páscoa com os discípulos, Ele diz: Este é o Sangue da nova aliança que será derramado em RESGATE de muitos. Na crucificação está revelado o nosso resgate porque JESUS pagou o preço.

A cruz revela os nossos pecados.

A cruz revela o amor de Deus

A cruz revela o nosso resgate

A cruz revela a nossa libertação – porque Ele morreu, nós somos livres. O Cordeiro morto no Egito é a garantia do livramento; o Cordeiro morto no Calvário é a garantia de Salvação.


Claayton Nantes

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