BOLETIM 1331 - “Muito mais que um Galileu”
- Claayton Nantes

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Nº 1331 – ANO XXVI – 28/03 a 03/04 de 2026

Jesus Cristo de Nazaré, o homem que dividiu a história; o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. Ele recebe inúmeros títulos, com inúmeros atributos, além de apresentar Sua função, ministério, caráter e propósito, também revela onde nasceu, cresceu e cumpriu o Seu propósito.
Ele nasceu em Belém da Judéia, não que Maria e José morassem lá, mas porque saiu um decreto da parte de César Augusto que todos da descendência do rei Davi fossem à Belém recensear, e com isso, inúmeras profecias se cumprem, José leva Maria até Belém e lá ela começa a ter dores de parte, porém, não havia lugar nas estalagens, então, nasceu em uma manjedoura, num berço de palhas; porém, eles moravam em Nazareth e por isso Ele também foi chamado de Nazareno; mas poderia apresentar seus diversos nomes: “Filho de Davi”; “Filho do homem”; Verbo; A Palavra; o Verdadeiro Leão da Tribo de Judá, o Emanuel; o Filho de Deus; o Nazareno; e até “Galileu”.
Embora tenha nascido em Belém da Judéia, depois que retornou do Egito, Ele cresceu em Nazaré, mas a cidade de Nazaré fica em uma região chamada Galileia, e por isso de ser chamado de “galileu”, região essa que era aos redores do Mar da Galileia; era comum a nação de Israel ser dividida em 3 regiões: Judéia, Samaria e Galiléia.
Certa ocasião, Jesus subiu com seus discípulos ao norte de Israel, chegando ao sopé do monte Hermon, conhecida como Cesareia de Filipe, atual Bânias, e em um diálogo com Seus discípulos, os faz refletir perguntando, “O que dizem os homens ser o Filho do Homem?”
E eles respondem: “uns dizem ser Jeremias, Elias, João Batista ou um dos profetas”. E Ele então complementa, perguntando: “E vós, o que dizeis que Eu
Sou?” Pedro, num impulso direcionado pelo Espírito Santo responde: “Tu és O Cristo, o Filho do Deus Vivo”, e Jesus lhe diz: “Pedro, não foi carne e nem sangue quem te revelou isso, mas o meu próprio Pai que está nos céus”. (Mateus 16:13-19). Jesus, estava Se revelando aos Seus discípulos. Ele não é apenas um profeta, nem apenas um nazareno, ou Filho do homem, e nem mesmo um “simples Galileu”, mas Ele é muito mais que um Galileu – Seus nomes e títulos definem Seu papel por dezenas de nomes dado a Ele por toda a Escritura Sagrada: “Senhor, Salvador, Redentor, Pão da Vida, Criador, Filho do Deus Vivo, Unigênito do Pai; Filho Amado, Santo de Israel, Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; Rei dos reis, Cabeça da Igreja; Todo-Poderoso, Alfa e Ômega, Mestre, Rei dos Judeus, Sumo-Sacerdote, Profeta; Rabi – Mestre, Emanuel, Advogado, Mediador, Principal Pedra de Esquina, Autor e Consumador da Fé, Cordeiro de Deus; Bom Pastor, Pastor e Bispo de nossas almas; O Verbo; Fonte de Águas Vivas; Rocha, Videira Verdadeira, Renovo; Noivo, Aurora, Siló, O Leão da Tribo de Judá; a Resplandecente Estrela da manhã; a Imagem do Deus invisível; O Grande Eu Sou; Filho do Homem, Carpinteiro, O Caminho, a Verdade e a Vida; Rei de Israel, enfim, Ele é o Cristo, o Messias, o desejado das nações, Àquele que havia de vir, por isso é nosso Único Senhor e Salvador. “Veio para os que eram Seus, mas os Seus não O receberam, para que a graça chegasse aos gentios”. Ele morreu a nossa morte, para que possamos viver a Sua vida. Na Sua morte, Ele matou a morte – o último inimigo a ser vencido, e Ele a venceu na cruz do calvário, pagando a dívida e nos dando vida e vida com abundância.
Ele é a nossa Páscoa – A maior vitória, Ele foi morto na cruz do calvário, mas a morte não pode detê-lO, ao 3º dia – Ele ressuscitou, vencendo a morte – representando a vitória definitiva da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, da Luz sobre as trevas. O túmulo não é o fim, é apenas um processo. A certeza de que o Seu Túmulo está vazio, isso nos traz esperança, perdão e a promessa de vida eterna. Porque Ele vive, podemos crer no amanhã! FELIZ PÁSCOA!
Claayton Nantes




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