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BOLETIM 1171 - Depressão & Cristianismo

Nº 1171 – ANO XXIII – 04 a 10 de março 2023


Sentimentos, ou emoçoes, são uma parte poderosa de nossas vidas. De fato, uma parte tão poderosa que são capazes de controlar todo o nosso ser. Você já se sentiu sufocado, esmagado pela vergonha? Exausto pela depressão? Consumido pela raiva? Dominado pela rejeição? Devorado pela amargura?

A maioria de nós pode responder sim a pelo menos algumas dessas emoções negativas. Mas nós precisamos mesmo ser controlados por nossas emoçoes?

Há um meio melhor de viver do que estar constantemente sob o domínio de suas emoções. Voce não precisa ser enredado pelas emoçoes negativas, permitindo que controlem sua vida. Em vez de ser dominado por suas emçoes, vocÊ pode aprender a compreendê-las, voltando-se para Deus, a fim de obter ajuda e esperança, e até mesmo fazer com que elas trabalhme para você, e não contra você.

Deus nos criou com um espírito, que possuímos uma alma e moramos em um corpo. E a alma é a sede das emoções, vontade e pensamentos (intelecto).

E as emoções fazem parte da boa criação de Deus. Deus planejou que as emoções fossem uma parte boa de nossa composição. Depois de criar Adão (com emoções), Deus olhou o que havia criado com grande satisfação e declarou sua criação como algo “muito bom” (Gênesis 1:31). Os sentimentos são uma parte boa de quem fomos criados para ser. Deus nos fez à Sua imagem e semelhança. Isso nos mostra que Deus é um Deus que tem emoções: Deus se entristece, se alegra, chora, exulta, ri, fica irado e ama. Por sermos criados à Sua imagem e semelhança, também experimentamos emoções.

As emoções nos permitem rir, nos regozijar e alegrar. Possibilitam que experimentemos afeto, amor, paixão e ardor. As emoções permitem que sejamos fervorosos. As emoções são uma parte boa da criação de Deus.

De uma forma surpreendente, podemos argumentar que a capacidade de experimentar emoções “negativas” também é parte da boa criação de Deus. Uma vez que pode ser difícil enxergar valor nas emoções negativas, podemos concluir que todas elas (tristeza, solidão, frustração, medo) são consequências do pecado. No entanto, quando uma auxiliadora idônea para Adão não foi encontrada, e Deus declarou que não era bom para o homem estar sozinho, podemos presumir, com segurança, que alguns sentimentos negativos estavam associados a essa avaliação (talvez tristeza, solidão ou frustração). Mas a tristeza não se transformou em depressão, a solição não se tornou em desespero e a frustração não se transformou em ira. Naquela época, vivendo em um jardim perfeito, intocado pelo pecado, um remédio perfeito foi imediatamente apresentado: Deus criou Eva e, quandoa trouxe para Adão, ele respondeu emocionado: “esta é parte da minha carne, ossos dos meus ossos”. Infelizmente, quando o pecado entrou no mundo, cada aspecto da humanidade foi afetado, incluindo nossos sentimentos. Em vez de ser um elemento catalisador conduzindo a sentimentos positivos elevados, agora, as emoções negativas produziam misería e desespero.

Entre esses sentimentos, chegamos à depressão. Pode um cristão passar por depressão?

Somos um espírito que possuímos uma ALMA – e a alma é a sede das emoções, vontades e pensamentos; e simplesmente por sermos humanos – podemos sim!

Agora precisamos analizar as fases diferentes da depressão, crônica ou aguda?

Em que grau está?

Como sair desse quadro e como ajugar a alguém que está passando por este vale?

Isso é o que estaremos estudando nesta semana em nosso curso livre de PSICOTEOLOGIA, nas turmas da manhã, ou noite, mesmo que você não tenha feito as matérias anteriores, pode fazer estar.

Aproveite, capacite-se e esteja conosco. Vamos aprender com personagens bíblicos que passaram por essas fases e superaram.


Claayton Nantes

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