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BOLETIM 1147 - Que tempo são esses?

Nº 1147 – ANO XXII – 17 a 23 setembro de 2022


Que tipo de batalha estamos enfrentando? É conhecido de todos de que desde o momento em que Adão pecou, estamos numa batalha espiritual, porém precisamos discernir a batalha e os tempos que estamos vivendo.

Paulo quando escreveu para os irmãos de Éfeso disse: “Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim (temos que lutar), contra principados, contra potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”. Efésios 6:12

E para esse tipo de luta, temos que nos revestir de toda a armadura de Deus, além de usar as indumentárias espirituais reveladas em Efésios 6, temos também, que usar as armas espirituais.

“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo”. 2 Coríntios 10:4-5

Para esse tipo de batalha, precisamos nos posicionar, José travou batalhas incríveis não só contra a rejeição da própria família, mas também para exercer sua função no palácio de Faraó, imagine quantas batalhas de ciúmes e inveja não deve ter travado, um estrangeiro, um hebreu, ser o segundo homem mais importante do Egito!?

Assim também Moisés travou batalhas, aliás, tinha que manter suas mãos erguidas, mas estas, se cansavam, porém quando ele abaixava as mãos, o povo hebreu perdia a guerra, e quando ele erguia, o povo vencia, até que tiveram a brilhante idéia de Arão e Ur, colocar uma pedra, e segurarem as mãos de Moisés erguidas para o alto, até que essa batalha fosse consumada!

Josué, travou inúmeras batalhas e conquistas para poder se apropriar da terra de Canaã, a terra prometida.

O que dizer dos juízes de Israel, cada vez que o povo se afastava de Deus, o próprio Deus fortalecia o inimigo, até eles clamarem por socorro e Deus levantar um juiz que trazia a nação de volta para Deus, porém travavam lutas das quais o Senhor entregava a vitória nas mãos deles.

E Davi, desde o momento em que foi ungido por Samuel, travou inúmeras guerras até o fim de sua vida. Assim também a “Igreja do Senhor Jesus Cristo”, “estamos em guerra”, porém temos que nos posicionar para a guerra e entendermos a futura guerra da Igreja.

Estamos numa guerra de inteligência, e o campo de batalha é nossa mente; por isso, temos que tomar cuidado com nossas palavras, declarações e atitudes que tomamos.

Em toda passagem escatológica, vemos desde as revelações de Daniel, Isaías, e até o próprio Jesus descrevendo em Mateus 24, como o próprio Apocalipse, os ataques sendo intensificados.

Os sêlos, as trombetas e os cálices, vemos aumentando a intensidade, mas o fato é: a vitória é certa para o nosso Senhor e Salvador, o General de Guerra, o Senhor dos Exércitos – Jesus Cristo de Nazaré!

Precisamos aprender como nos posicionar, discernir os espíritos, e também, como prosperar através de uma intercessão estratégica, uma adoração de guerra e restauração dos guerreiros de oração.

Se o diabo alterou os seus limites de ataque, temos que intensificar nossos escudos e defesas.

Se a Igreja está na terra ainda é porque o propósito de Deus para com ela ainda não se completou; a Igreja foi chamada para reestabelecer sua posição em justiça. Deus quer nos capacitar para a guerra espiritual contra os inimigos, diante de tanta decadência moral, falsa religião, desespero, apatia e violência, “as armas da nossa milicia são poderosas em Deus para destruir fortalezas”, “revista-se pois de toda armadura para que possais estar firmes no dia mau, contra as astutas ciladas de satanás”; mantenha-se firme na batalha, porque a vitória é certa pelo Sangue de Jesus.


Claayton Nantes

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