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BOLETIM 1095 - Sucot – Festa dos Tabernáculos

Nº 1095 – ANO XXI – 18 a 24 de setembro de 2021


Nosso Deus é um Deus festivo, mas precisamos entender os mistérios e enigmas que Ele deixou oculto em cada Celebração Bíblica.

As festas não foram apenas costumes israelitas antigos, elas são relevantes até aos dias de hoje. Cada festa revela Jesus de uma forma única, através da cultura judaica encontramos o Deus que fala de diversas maneiras.

É maravilhoso desvendarmos a precisão de Deus com suas figuras de linguagens em enigmas, metáforas, parábolas e cristofanias apresentadas no Antigo Testamento e na cultura judaica.

O Antigo Testamento para muitos é uma coleção de histórias sobre o povo e a nação de Israel, porém se observarmos só desta maneira, ficará faltando o fio condutor redentivo que em Cristo une os episódios e revela seu sentido maior.

Temos que entender que a base da Igreja Evangélica é judaica, mas não judaizante, pois a Igreja foi fundada por Cristo Jesus, que veio para os que eram Seus, mas os Seus não O receberam para que a graça chegasse aos gentios.

As festas fazem parte da agenda de Deus, pois elas são um “encontro marcado por Deus para Se revelar aos homens”.

Cada festa tem uma mensagem profética e uma ocorrência marcante da vida de Jesus Cristo, que é a “MENSAGEM CENTRAL” de toda a Bíblia; porém não só “messiânica”, mas também “escatológica”.

A Festa de Sucot, que é a Festa dos Tabernáculos ou das cabanas, a Festa das Trombetas – Rosh Hashanáh, a Festa de Pentecostes, a Festa das Primícias, a Festa dos Pães Asmos, a Festa da Páscoa, o Dia da Expiação – Yom Kippur e até os Sábados, assim como o Ano do Shemitáh do Jubileu nos apresentam Jesus de uma forma específica com uma mensagem atual para Sua Igreja.

Nos “Tabernáculos”, Ele veio – Ele “tabernaculou” entre nós!

Na “Páscoa”, Ele se revelou como O Cordeiro Vivo que tira o pecado do mundo.

No “Dia da Expiação”, Ele pagou nosso escrito de dívida, Ele morreu pelos nossos pecados.

No Ano do Jubileu, Ele apaga, cancela nossas dívidas.

Mas estamos aguardando ansiosamente o dia em que a “trombeta soará e os salvos em Cristo Jesus ressuscitarão” na Festa das Trombetas.

As Escrituras não são apenas um livro de leis e regulamentos, nem uma coletânea de perfis de indivíduos com os quais se pode aprender ética ou técnicas para o autoaprimoramento. A Bíblia é uma narrativa e Seu caráter é singular. É a história de Deus e da redenção que Ele oferece, na qual além de salvar Seu povo, Ele também restaura todo o Universo. Jesus é a chave para a narrativa, o personagem principal, o fio central em torno do qual Deus tece a tapeçaria extraordinária da salvação.

O evangelho – literalmente, “as boas-novas” – de Jesus Cristo é uma notícia que mudou tudo. A vinda de Jesus ao mundo, Sua chegada numa estrebaria em Belém, não acrescentou apenas um feriado no calendário, mas anunciou a chegada do Rei, o Rei dos reis, Majestoso e Poderoso – “Ele tabernaculou entre nós”.

Os relatos de Sua vida simples e morte cruel e da ressurreição que outros tentaram encobrir, se tornaram notícias tão incríveis a ponto de causar impacto sobre a vida futura de todos os seres humanos que já existiram ou ainda virão a existir. Jesus, o Messias, não foi apenas um bom exemplo ou o fundador de uma religião; Ele transformou o mundo, a vida, a história.

Hoje, cerca de dois mil anos depois da vinda do Messias, Deus quer que as pessoas saibam que Jesus – e, de modo mais específico, Sua cruz e ressurreição – realizou uma revolução; quer que creiam e confiem nEle e que O sigam de todo o coração. Assim como o povo de outrora teve dificuldade em crer nas promessas de Deus, as pessoas de nosso tempo também enfrentam conflitos associados à fé. É difícil crer num Jesus descrito como um homem bom e humilde que sabia ensinar e sofreu uma morte atroz.

Quanto mais conhecemos a Sua Palavra, mais ela faz sentido, por isso, o povo perece por falta de conhecimento da verdade, porque ao conhecer, não tem como duvidar do plano completo, excelente e eficaz de nosso Deus!

Estamos na semana de encerramento de uma festa tríplice – iniciou com Hosh Hashanáh (Festa das Trombetas), depois o Yom Kippur e nesta semana celebra-se em Israel a Festa dos Tabernáculos.


Claayton Nantes

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