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BOLETIM 1085 - “Escatologia, que período estamos?”

Nº 1085 ANO XXI 10 a 16 de julho de 2021


Desde que Jesus começou a conversar estes assuntos com os Seus discípulos, ficou uma pergunta: “Quando acontecerão essas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo?” Mateus 24:3 É bem verdade que ‘dia e hora’ ninguém sabe, isso está reservado à Sabedoria de Deus Pai, porém, o período é possível identificarmos, mas, diante das ocorrências que temos vivido no cenário mundial precisamos fazer uma ‘releitura’ e até uma ‘reinterpretação’ de tudo o que já lemos acerca do assunto. Na Bíblia jamais está o problema, ela nunca fica ultrapassada ou antiquada, por ela não é nova ou antiga, ela é eterna, o que precisamos ajustar é a interpretação humana. Tudo o que se diz respeito à área profética corremos o risco de falharmos quanto à interpretação e estudos. Temos que analisar ‘ESCATOLOGIA’ como um todo da interpretação bíblica. Algumas coisas nós começamos a entender a forma como Deus age, por exemplo: ‘Quando o Senhor quer julgar um povo em um período, Ele fortalece nações inimigas para se levantarem oprimindo e dizimando o povo a quem o Senhor quer disciplinar’. Foi assim que aconteceu com a descendência de Abraão; o Senhor mesmo conduziu a semente de Abraão para o Egito, entrando numa “terra de treinamento de Deus para formar uma nação” por convite de José, que administrando a crise dos sete anos de fome e escassez depois de ter administrado sete anos de bonança, traz toda a família para a terra de Gosén setenta pessoas da família de seu pai Jacó. São forjados no Egito por 430 anos, mas quando o Senhor levanta um libertador Moisés para tirar esse povo do Egito (só de homens agora são mais de 600 mil, sem contar mulheres e crianças, um número estimado de 3 milhões de pessoas [uma nação]), o Senhor julga o Egito com a saída do povo hebreu da nação, com o Êxodo. Porém esse povo estava despreparado, precisava ser “limado, polido, lapidado”, e com isso, 10 espias contaminam o povo com negativismo e passam a acreditar que Canaã, a terra prometida não era para eles, e por difamarem a terra que espiaram por 40 dias, ficam 40 anos de deserto, até que o Senhor levanta Josué para conquistar a terra. Porém essa conquista, foi exatamente o Senhor julgando os povos que viviam em Canaã. Não foi diferente, quando o Senhor levantou a Assíria contra o Reino do Norte (Israel/Samaria); a Babilônia contra o Reino do Sul (Judá/Jerusalém), também como os quatro impérios – Babilônia, Medo-Persa; Grego e Romano. Aliás, Ester na Pérsia foi fundamental nesse processo. Olhando para esses quatro grandes impérios podemos enxergar outro “código de Deus” para analisarmos as profecias, inclusive escatológicas. Pois a forma de Deus mostrar ao ímpio um ‘império que iria se fortalecer’ e dominar foi mostrando um sonho de uma grande estátua ao ímpio Nabucodonosor com “cabeça de ouro; peitoral de prata, cintura de bronze e pernas de ferro e pés de ferro misturado com barro (com dez dedos). Porém a mesma visão e o mesmo período é mostrado ao profeta Daniel como ‘bestas feras’ – leão alado, leopardo alado, urso com 3 grandes dentes e a besta com 10 chifres. Há uma similaridade na visão de Nabucodonosor com a visão que o profeta Daniel teve, mas aqui apresenta um código – quando o Senhor quer levantar uma “nação inimiga” para disciplinar o povo dEle, Ele mostra através de “bestas feras”. Que nações essa interpretação pode estar dizendo acerca da ‘besta que sobe da terra, e da besta que sobe do mar?”, e mais ainda, o que dizer do grande ‘dragão vermelho’ que se levanta no capítulo 12 de escatologia para tragar o filho da mulher (Igreja) que estava para dar à luz?! Estes e outros temas serão discutidos essa semana na matéria “ESCATOLOGIA”, espero por você! Claayton Nantes


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