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BOLETIM 1071 - PÁSCOA – O plano perfeito!

Nº 1071 ANO XXI 03 a 09 de abril de 2021


É fascinante entendermos o plano de Deus e vermos como Ele colocou Seu plano em prática.

Deus sempre quis ‘uma família’, um embaixador, um representante dEle num Paraíso que Ele havia criado, então deu a Adão e Eva poder, domínio e autoridade, porém eles tinham que cumprir o que havia sido estabelecido: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comerdes, certamente morrerás!” Gênesis 2:16-17.

Uma vez que Adão e Eva pecaram, quebraram a comunhão com Deus, se afastaram do plano original, contaminaram o sangue, e assim como nos diz no livro de Levítico 17“a vida da carne está no sangue, sangue é vida”.

O princípio estabelecido por Deus na criação é “Tudo produza segundo a sua espécie”. Tudo produz de acordo com a semente – maça produz maça; abóbora produz abóbora; caqui produz caqui, e pecador produz pecadores.

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Romanos 3:23.

“Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”. Romanos 5:12.

E o mais fascinante é que a Palavra de Deus nos diz que todo Antigo Testamento é “sombra das coisas que haviam de vir”. Deus é o Deus que anuncia o fim antes do começo de todas as coisas. Tudo o que está escrito para nosso ensino está escrito.

Deus arquitetou um plano, para formar uma nação, um povo que fosse propriedade exclusiva. Para isso, Deus escolheu 1 homem – Abraão, de Abraão, renovou essa promessa no seu filho Isaque; neto – Jacó; dos seus 12 filhos – as 12 tribos; onde o 11º filho entra no Egito, traz 70 pessoas da família para o Egito (que representa o mundo, o pecado); e em 430 anos essa família são mais de 3 milhões de pessoas (uma nação); mas chega o momento que o Senhor quer tirar essa nação da ‘terra do pecado – Egito’ e levá-los para a “Terra Prometida”. Mas para que isso acontecesse, vieram as 10 pragas sobre o arraial egípcio, trazendo juízo de Deus sobre cada situação que os ímpios tinham como divindade. Porém na 10º praga seria a morte do primogênito em todo arraial egípcio, porém, o Senhor queria dar livramento ao Seu povo, e para isso tinha que morrer um substituto – um Cordeiro, que seria imaculado na noite da “PESSACH”, (passagem do anjo da morte – Páscoa) – uma cristofania, pois este Cordeiro representa o próprio Cristo – um inocente morre substituindo um culpado – “SOMBRA” (tal como uma ‘mensagem subliminar’). Passaram-se anos, e no ápice dos tempos, Deus envia Seu Único Filho – Jesus Cristo, para nascer como homem, o “Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Como João Batista O definiu: “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

Um sangue puro, inocente, em tudo foi tentado, mas não cedeu em nenhuma tentação”, venceu a tentação, venceu o pecado, mas tinha que vencer o último inimigo – a morte!

Então, Ele se entregou a morrer na cruz do Calvário – um inocente que tomou a nossa dor, a nossa culpa, os nossos pecados e cravou na cruz do Calvário. Foi morto, sepultado, mas ao terceiro dia, venceu a morte e ressuscitou, porque nEle não havia falha alguma.

Uma entrega, um sacrifício, um alto preço na cruz do calvário. Se fez maldito para que a benção chegasse até nós. Um resgate, uma remissão. O preço foi pago – Seu próprio sangue, para nos religar a Deus através do Seu sacrifício – Ele é a nossa páscoa. “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que a benção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito”. Gálatas 3:13-15.

Feliz Páscoa Claayton Nantes


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